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Leon Drummond MacLeod

em Ter Out 23, 2018 8:57 pm




Leon Drummond MacLeod





Dono do Personagem:
Mica.


Data de Nascimento:
18 de Agosto de 2000 (18 anos)


Arsenal do Semideus:


Foice de Deméter: Uma foice feita com cabo de madeira sagrada, possuindo diversos entalhes mágicos, sua lâmina é afiadíssima e possui uma coloração carmesim brilhante. Quando não está sendo usada, transforma-se em um pingente com uma pedra rubi no centro. A cor da lâmina muda de cor dependendo da estação, não possuindo nenhum atributo mágico.


Grãos: São saquinhos com infinitos tipos de grãos, que tem diferentes utilidades. Grãos de plantas normais também podem ser retirados destes saquinhos. Os principais são:

↬ Grão verde: Quem ingerir cura metade de seus ferimentos e recupera 40% de energia.
↬ Grão branco: Ao ser posto na terra, faz com que qualquer arma apareça, feita com minérios encontrados no subterrâneo.
↬ Grão marrom: Cria um Karpoi de qualquer fruta que quiser, que ajuda o semideus durante a batalha.
↬ Grão preto: Transforma árvores em guerreiros, podendo ser bem úteis em grandes batalhas.
↬ Grão roxo: Transforma plantas pequenas em enormes plantas carnívoras.
↬ Grão vermelho: Deixa o semideus imune ao fogo por 2 turnos.
↬ Grão azul: Cria barreiras de plantas em volta do lugar/pessoa pensado. A barreira é aprova de som e impermeável.
↬ Grão rosa: Cria uma metralhadora que lança pêssegos congelados.


Bençãos Divinas:
Nenhuma.


Missões Concluídas:
0

Cargos:
Nenhum.


Quantidades de Torneios Concorridos e Vencidos: 0/0

Equipe: Nenhuma.

Personalidade:


Diferentemente da personalidade tímida e paciente dos filhos de Deméter, Leon é um rapaz bastante alegre, hiperativo e sincero. Além de ser gentil com todas as pessoas, raramente se irrita com algo, pois está sempre zen. Um paradoxo que entra em conflito com sua personalidade ativa e sua calma surreal.

Apesar de falar muito, também observa bastante e consegue entender os sentimentos dos outros. Sua honestidade pode fazê-lo criar inimigos, porque ele não tem vergonha de falar o que pensa, uma vez que foi criado desta maneira.

Sabe ser bruto e rígido quando possível, evita conflitos ao máximo, mas também não leva desaforos para seu chalé. Leon herdou o espírito barraqueiro de sua família, sendo um mestre natural do afronte. Sua face consegue reproduzir bastantes expressões, o que coopera com seu sonho de ser um ator.

Sabe ser passivo-agressivo como ninguém e fala alto quando quer. Sua raiva, diferentemente de sua personalidade, é fria. Quando Leon está enfurecido, se torna imprevisível e quieto.

Após sua estadia no acampamento, devido a várias coisas que aconteceram, ele se tornou um pouco mais fechado, porém ainda se preocupa com os outros. A vida como semideus lhe mostrou que às vezes era necessário fazer coisas que ele não gostava, mesmo que fosse contra tudo o que ele acreditava.


História:


Fergus sempre fora um homem solitário. Vindo de uma linhagem longínqua de escoceses, sempre viveu no interior da Escócia, em uma pequena casa, em um campo verdejante com um precipício maravilhoso logo ao lado. No inverno, o verde virava branco, no outono as folhas tornavam-se amarelas ou alaranjadas, no verão o verde voltava e na primavera as flores brotavam. Flores lindas, de todas as cores que o espectro humano conseguia ver. Para os que não possuíam fé, era apenas uma coincidência perfeita da natureza, terreno propício e um toque das diversas mudanças geológicas e climáticas que afetavam aquele local de forma extrema, porém sensível.

Para o homem, era obra da criatura que ele dedicou a vida a conhecer: Deméter, a deusa da agricultura. Quando mais novo, havia se encontrado com ela por ter sempre sido muito próximo da natureza e logo terem virado amigos. A grande deusa deu-lhe bençãos ao seu devoto mais fiel.

Mas Fergus estava triste, pois ela nunca mais havia lhe visitado. Fora então na primavera, quando as flores brotaram, que o homem resolveu passear. A leve brisa bateu em seu rosto, no segundo seguinte uma mulher bonita apareceu em sua frente. Não tinha dúvidas, era ela.

O que não passava de devoção, com o tempo, tornou-se amor. Amor que foi consumado ali mesmo, no meio da natureza, com todos os deuses olhando. Deste amor um pequeno fruto foi gerado após nove meses, seus cabelos eram ruivos e no sol pareciam como chamas. Seus olhos eram acastanhados, tão reluzentes feito a seiva petrificada da maior árvore. Sua pele, repleta de sardas, tão rosa, mas parecia brilhar em laranja.

Para aquele pequeno leãozinho o nome Leon lhe foi dado. Deméter não podia estar feliz e triste ao mesmo tempo, pois não seria capaz de viver com seu pequeno querido. Teve de partir.

Leon fora criado para ser uma excelente pessoa, a natureza daquele local parecia vibrar a cada dia, árvores cresciam, mais animais começavam a habitar aquele local. Sua descendência e a identidade de sua mãe nunca foram um segredo para o menino, que era protegido pela própria natureza de quaisquer perigos que pudessem o atacar.

Mas os fios do destino já preparavam um fim trágico para o pai do jovem. Aos seus 17 anos de idade seu chão caiu ao presenciar o assassinato de seu pai. O assassino era um antigo inimigo de Fergus, um humano, tomado pela inveja e pela ira.

A sorte do garoto era que o mesmo estava longe, senão seu destino seria o mesmo. Lembrando das instruções de seu pai, caso algo acontecesse, Leon não hesitou em correr. E correu o máximo que pôde, então chegou em uma cidade. Em mais um surto de sorte, conseguiu uma carona — várias, para ter mais exatidão — e, enfim, conseguiu chegar em Long Island. E lá estava ele, depois de perder horas de sono, em frente àquele letreiro que ele estranhamente conseguia ler: Acampamento Meio-Sangue.

Seus primeiros dias no acampamento foram calmos, ele tentou sempre se tornar mais forte para proteger os outros, mesmo que se sentisse fraco e incapaz de salvar qualquer alma que fosse. Participou de missões e eventos que causaram muitas comoções e traumas no rapaz. Desde ser controlado, presenciar mortes e acontecimentos profundos com aqueles que ele se importava. Viu a natureza ser destruída pelo fogo, depois pela negligência dele mesmo, o que ocasionou marcas profundas de arrependimento, mas ele nunca perdeu a fé. Talvez ele não encontrasse a salvação ou escapasse daquela que podia ser sua última missão. Mas ele ainda sim tentaria.
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